Marcos 12,28b-34
“O AMOR É A CHAVE QUE ABRE AS PORTAS DO CÉU E DO CORAÇÃO HUMANO”
“Não existe outro mandamento maior do que amar a Deus e amar o próximo!” (Mc 12,30.31)).
O mandamento de amar a Deus e ao próximo é o coração da nossa fé e da nossa existência. Ele revela que o amor deve ser a base de todas as nossas ações e escolhas. Quando amamos, nos conectamos com o divino e com o ser humano em sua essência mais profunda. Esse amor nos transforma e nos chama à ação, criando um mundo mais justo e fraterno. Que possamos viver esse amor de forma prática, com atitudes concretas no nosso cotidiano..
(Pe. William Santos Vasconcelos – Diretor Espiritual).
MEDITAR
- Como posso demonstrar meu amor a Deus nas pequenas ações diárias?
- O que posso fazer hoje para amar o próximo de maneira mais genuína?
COMPROMISSO
Faça uma boa ação por alguém, sem esperar nada em troca. (escreva no seu Diário espiritual).
LEITURA ESPIRITUA
O fluxo e o refluxo da caridade entre Deus e os homens, esse amor que o cristão, solidário com toda a humanidade, recebe de Deus por todos e a todos remete a Deus, esse amor e só isso é o que constitui a vitória de Jesus Cristo, a missão e o esforço de sua Igreja. Os dois polos desse amor são o amor filial a Deus e o amor fraterno com o próximo.
O amor filial que anseia, a cada momento, por aquilo que a esperança espera; que crê ter todo o amor de Deus para amá-lo. O amor filial que deseja de Deus incessantemente o que incessantemente recebe dele, que o deseja tanto quanto o respirar. O amor fraterno que ama a cada um em particular. Não a qualquer um de qualquer modo, mas a cada um como o Senhor o criou e redimiu, a cada um como Cristo o ama. O amor fraterno que ama a cada um como próximo dado por Deus, prescindindo de nossos vínculos de parentesco, de povo, raça ou simples simpatia. Que reconhece a cada um seu direito acima de nós mesmos.
Sabemos que devemos amar o Senhor “com toda a alma” e “com todas as forças”. Mas esquecemos facilmente que devemos amar o Senhor com todo o coração. Ao não lembrar disso, nosso coração fica vazio. Como consequência, amamos os outros com um amor mais bem morno. A bondade tende a ser para nós algo externo ao coração. Vemos o que pode ser útil ao próximo, tentamos agir em consequência, mas não chega muito ao coração.
(M. Delbrél, Las comunidades según el Evangelio, Madrid 1998, 88s, passim).
Bom dia para você e sua família!

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