“A VERDADEIRA FELICIDADE VEM DE UM AMOR QUE TRANSCENDE OS VALORES EFÊMEROS”
LER
Lucas 6,20-26
“Bem-aventurados vós… Mas, ai de vós” (Lc 6,20.24).
Jesus nos convida a refletir sobre a natureza surpreendente do Reino de Deus. Ele declara bem-aventurados os que são sofredores, pois, apesar da dor e do sofrimento presentes, eles herdarão a verdadeira vida. Por outro lado, Ele adverte aqueles que vivem sem se importar com o próximo, pois sua satisfação temporária se desfará diante da justiça divina. Essa mensagem ressoa no nosso cotidiano, desafiando-nos a rever nossas atitudes em relação ao sofrimento e à prosperidade, e a buscar um amor que transcende os valores materiais. Ao vivermos com empatia e humildade, nos aproximamos da verdadeira felicidade, que não é passageira, mas eterna.
(Pe. William Santos Vasconcelos – Diretor Espiritual).
MEDITAR
- Como posso viver com mais empatia e humildade, refletindo os valores do Reino de Deus?
- Como posso abrir meu coração para ouvir a direção divina nas decisões cotidianas?
COMPROMISSO
Procure ser atencioso(a) e acolherdor(a) com as pessoas ao seu lado. (escreva no seu Diário espiritual).
LEITURA ESPIRITUAL
Se há um aspecto do ministério contemporâneo que devemos destacar hoje, é a pobreza voluntária. Em um tempo em que nos tornamos tão conscientes dos pecados do capitalismo e ouvimos falar a cada dia de milhões de pessoas que sofrem pela falta de alimento, de abrigo e dos cuidados mais fundamentais, não podemos nos considerar testemunhas da presença de Deus se nossa própria vida está obstruída pelas riquezas materiais, se nosso próprio estômago está cheio e nossa mente está tomada pelas preocupações sobre o que fazer com o que possuímos. Nos dias de hoje, optar pela pobreza é, provavelmente, a forma mais necessária de nos esvaziarmos por Deus […].
Em todos os lugares onde a Igreja se mostra viva, ela é pobre. Isso é verdade, por exemplo, aqui em Roma: pensemos no trabalho das Missionárias da Caridade, das Irmãzinhas e dos Irmãozinhos […]. Onde quer que a Igreja se renove, ela adota a pobreza voluntária como uma resposta espontânea à situação deste mundo, uma resposta que expressa a crítica à crescente riqueza de poucos e a solidariedade com a crescente miséria de muitos. O que significa, então, essa pobreza na vida de cada um é difícil de dizer, pois isso deve ser descoberto na vida individual de cada um.
(H. J. M. Nouwen, O Palhaço de Deus, Brescia 2000, pp. 85ss)
Bom dia para você e sua família!

Comentários
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.
Ops...
Você precisa estar autenticado para enviar comentários.