Mateus 11,20-24

“No dia do julgamento, Tiro e Sidônia serão tratadas com menos dureza do que vós” (Mt 11,22)

A VIDA NÃO PERGUNTA QUANTA LUZ VOCÊ TEVE, MAS O QUE VOCÊ RESPONDEU COM A LUZ QUE RECEBEU

Não basta receber sinais, conselhos e novas oportunidades.

Chega um momento em que a vida nos pergunta o que fizemos com tudo aquilo que recebemos, compreendemos e transformamos em vivência.

A consequência mais dura não nasce da falta de conhecimento, mas da recusa em mudar quando a verdade já se tornou clara e objetiva. Cada escolha revela quem estamos nos tornando.

(Pe. William Santos Vasconcelos – Diretor Espiritual).

MEDITAR

  1. O que já compreendi, mas ainda não transformei em atitude?
  2. Que mudança estou adiando, mesmo sabendo que ela é necessária?

COMPROMISSO

Dê um passo concreto na direção da mudança que você vem evitando. (escreva no seu Diário espiritual).

LEITURA ESPIRITUAL

A fé — é preciso recordá-lo com vigor — não se reduz a uma relação com o divino vivida quase exclusivamente de maneira emotiva e compensatória. Não se crê porque isso “faz bem”, mas se crê porquê… É difícil explicar. É uma questão de enamoramento: pode-se explicar o amor?

É aqui que se percebe a diferença entre a fé pequena e a fé grande. Não é que hoje falte fé. O mundo está cheio de muitas pessoas que possuem uma fé pequena. O que falta, porém, é a fé grande.

Infelizmente, cada um de nós cultiva uma fé pequena: uma fé que nos tranquiliza um pouco, remedia algumas de nossas insuficiências, preenche certos vazios e cura algumas feridas.

Mas onde está a grande fé, aquela que fala do fogo do Espírito, da presença e do retorno de Cristo, do pecado e da misericórdia, da cruz e da ressurreição?

Onde estão os verdadeiros crentes, isto é, os inquietos — não os intranquilos — que, feridos e humilhados pela consciência do pecado e da derrota, colocam-se diante de Deus carregando o peso de sua vergonha, transformam o sofrimento em súplica e amam o sentido da vida mais do que a própria vida?

(L. Pozzoli, E soffia dove vuole, Milão, 1997).

Bom dia para você e sua família!