“O PERDÃO NOS CURA E NOS TRANSFORMA.”

“Sejamos misericordiosos como nosso Pai Celeste: não julgue, não condene, mas perdoe” (Lc 6,37).

Jesus nos desafia a viver a misericórdia sem limites. Ao pedir que sejamos misericordiosos, Ele nos chama para refletir sobre o amor incondicional que devemos estender aos outros. A prática do perdão e da generosidade não é uma opção, mas um reflexo da verdadeira transformação interior. É por meio dessa entrega que vivemos o evangelho de forma plena, e é ao dar que recebemos.

(Pe. William Santos Vasconcelos – Diretor Espiritual).

MEDITAR

  1. De que maneira você pode ser mais misericordioso com os outros no seu dia a dia?
  2. O que você tem recebido de Deus que precisa compartilhar com alguém?

COMPROMISSO

Pratique um ato de generosidade sem esperar nada em troca. (escreva no seu Diário espiritual).

LEITURA ESPIRITUAL

Quanto mais nos imergimos na imensidão da bondade divina, mais vamos adquirindo conhecimento de nós mesmos. Começam a abrir-se as fontes da graça e a florescer as magníficas flores das virtudes. A primeira, a maior, é o amor a Deus e ao próximo. Como pode acender-se esse amor senão na chama da humildade? Porque somente a alma que vê sua própria insignificância se acende de amor total e se transforma em Deus. E transformada em Deus por amor, como poderia deixar de amar toda criatura de igual forma? A transformação pelo amor faz com que se ame toda criatura com o amor com que Deus, o Criador, ama tudo o que foi criado por Ele. E é que isso faz ver em toda criatura a medida desmesurada do amor de Deus.

Transformar-se em Deus significa amar o que Deus ama. Significa alegrar-se e se regozijar com os bens do próximo. Significa sofrer e se entristecer pelos males dele. E como a alma aberta a esses sentimentos está aberta ao bem e somente ao bem, ela não se envaidece ao ver as culpas dos homens, nem julga, nem despreza. Esses sentimentos impedem-lhe o orgulho que nos leva a julgar. E a levam a ver não só os males morais do próximo, sofrendo-os e fazendo-os seus, mas também os males corporais que afligem a humanidade, e, pelo amor que a transforma totalmente, os considera como males próprios. (Angela de Foligno, Instruções, Salamanca 1991).

Bom dia para você e sua família!