“CRISTO, UMA PRESENÇA TRANSFORMADORA”
LER
Marcos 2,18-22
“Vinho novo em odres novos” (Mc 2,22).
Vinho novo em odres novos” nos convida a refletir sobre a renovação interior. Quando buscamos a transformação verdadeira, devemos estar dispostos a abandonar velhos hábitos e mentalidades, assim como os odres que não podem conter o novo vinho. Jesus nos chama a permitir que o novo, o divino, se manifeste em nossa vida, trazendo mudança genuína. O desafio é não nos acomodarmos em velhas formas, mas nos abrir ao processo contínuo de conversão e renovação.
(Pe. William Santos Vasconcelos – Diretor Espiritual).
MEDITAR
- Quais “odres velhos” ainda me impedem de viver a renovação que Jesus oferece?
- Estou disposto a deixar o novo vinho fluir livremente em minha vida, mesmo que isso exija mudanças profundas?
COMPROMISSO
Dedique um momento de oração refletido sobre o que você precisa renovar em sua vida. (escreva no seu Diário espiritual).
LEITURA ESPIRITUAL
O Senhor não vem para nos limitar, para nos despojar; ao contrário, faz com que, ao nos aderirmos a Ele, possamos crescer. Revelando-Se como o Deus-amor, convida nossa livre vontade a dar uma resposta que seja obediência de fé e amor. […] O espírito filial que habita em nós nos torna verdadeiramente capazes de chamar a Deus de Pai e obedecer-Lhe. Se, em algumas ocasiões, nos mostramos como crianças caprichosas, não devemos temer: o Pai sabe ser paciente e corrigir com amor. Aceita como algo grandioso qualquer vestígio de boa vontade e santo desejo que Ele veja no fundo de nosso coração, sob a áspera casca de nossa natureza indisciplinada e esquiva. Através dos acontecimentos da nossa vida cotidiana, a vontade de Deus se entretece como uma tela. É preciso que essa tela não tenha rasgos. Se os houver — ninguém é justo diante de Deus —, este é o remédio: a penitência, o sacramento da reconciliação. […] Agora bem, como distinguir de maneira adequada a vontade de Deus da nossa? Nem sempre é fácil. A experiência daqueles que nos precederam no caminho da fé e da obediência nos ensina que, muitas vezes, a vontade de Deus exige um “sim” impregnado de renúncia e sofrimento, a superação de nossas próprias inclinações e um abandono confiante que, para a lógica humana, pode parecer uma deserção do uso da nossa própria razão e capacidades. O passo é dado na escuridão e até na aridez ou repulsa, embora possamos estar certos, pela fé, de que, neste caso, cumprimos de maneira mais livre a vontade de Deus do que a nossa (A. M. Cánopi, Sim, Pai, Milão 1999, pp. 69 e 77ss).
Bom dia para você e sua família!

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