Leitura Orante da Vida
WhatsAppInstagramFacebook
Doar
Voltar para posts
SÁBADO – 17/10/2026 XXVIII SEMANA DO TEMPO COMUM
P

Padre William Alves dos Santos Vasconcelos

Sábado, 17 de outubro de 2026 as 00:01

Leitura Orante

SÁBADO – 17/10/2026 XXVIII SEMANA DO TEMPO COMUM

Lucas 12,8-12 Quando o medo cala a nossa voz, o Espírito Santo nos ensina a falar com coragem e verdade ! “ Nessa hora o Espírito Santo vos ensinará o que deveis dizer ” (Lucas 12,12 ) ✨ Nem sempre sabemos o que dizer diante das dificuldades da vida. Mas o silêncio da insegurança pode se tornar espaço para a voz de Deus. O Espírito Santo não elimina nossos medos, mas nos dá coragem para enfrentá-los. A verdadeira fé não é ter todas as respostas, mas confiar em Quem nos sustenta. Pergunta para meditar: 💭 Diante das dificuldades, você escuta a voz do Espírito ou se deixa dominar pelo medo? (Pe. William Santos Vasconcelos – Diretor espiritual) 🤲 COMPROMISSO Antes de falar ou decidir, farei silêncio para escutar o Espírito Santo. (escreva no seu Diário espiritual). 🙏🏻 LEITURA ESPIRITUAL Precisamente essa vocação intrínseca à totalidade exige que o ato de fé não permaneça como um simples ato de consciência, mas que se expresse em todos os âmbitos da fé e da vida. O homem que crê busca necessariamente — e, ao final, deve encontrar de algum modo — uma nova conduta, uma maneira diferente de julgar, um estilo próprio de agir, de amar, de conviver, de educar, de lutar e de morrer. “Se alguém está em Cristo, é uma nova criatura” (2Cor 5,17). Se tudo continua como antes, é preciso questionar a autenticidade de seu ato de fé. Tudo isso se aplica não apenas ao nível individual, mas também ao comunitário. Um grupo de fiéis deve, necessariamente, dar origem a novas formas de comunidade humana. Não é possível que um verdadeiro ato de fé não tenha nenhuma repercussão social e permaneça restrito ao âmbito da vida individual. Isso se torna ainda mais evidente pelo fato de que o ato de fé é, por sua própria natureza, comunitário: ele sempre tem sua origem, de uma forma ou de outra, na comunidade, que é portadora do anúncio da salvação e que, em cada circunstância, abre o ser humano a uma vida de comunhão com os irmãos. Daí decorre que toda verdadeira profissão de fé cristã exige encarnar-se e expressar-se em alguma forma de “cristandade”. O discípulo de Jesus é o sal da terra; por isso, não deve — e, por outro lado, nem pode — viver isolado, em um mundo construído exclusivamente para si. Pelo contrário, precisamente para não perder sua natureza, tornando-se insípido, e para dar sabor de maneira eficaz a toda a realidade terrena, deve aspirar sempre a estabelecer alguma forma de sociedade cristã. Um cristianismo que não se manifesta em formas sociais concretas é um cristianismo morto. (G. Biffi, Sullo Spirito di Dio. Soliloquio, Milão, 1986). Bom dia para você e sua família! Conteúdo completo no link abaixo Instagram: @pe.williamvasconcelos Twitter: @pewilliamvasc

0 curtidas0 comentários0 compartilhamentos

Continue navegando

Outras publicações recentes da comunidade.